domingo, 3 de fevereiro de 2013

Dia de treino para as nossas estrelas


A Honey do Vale Dourado em paragem sobre codorniz 




Paragem sobre coelho 



A Ambar em paragem sobre codorniz 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A primeira de muitas....


Dia 23 de Setembro, Primeira caçada juntos está época, Eu com o amigo Arlindo.
O dia apresentava se a adivinhar a tão esperada chuva, eu acompanhado pela Honey e pelo Armani, 2 cachorros muito promissores mas com” falta de caça” e o amigo Arlindo pela Mary e a Nina.
De inicio batemos um terreno largo com vegetação, mas já um pouco pisado pelo gado com algumas valas, mas secas devido ao tempo  que se faz sentir já há alguns meses, no final 2 codornizes abatidas pelo amigo Arlindo ficando eu em branco. Decidimos então mudar de terreno, este apresentado se mais coberto, com valas e bastantes oliveiras o que se mostrou acertado porque este tinha algumas codornizes, as quais deram bastante trabalho aos cães porque já mostrava algum hábito ao sitio e por diversas vezes se escapavam á frente dos cães sem possibilidades de tiro. Conseguiram se algumas boas paragens, na hora do cobro os cães mostraram se um pouco desatentos o que é normal, porque o terreno e temperatura apresentava se muito seco o que os sufocava um poucos os animais apesar das diversas vezes que os refrescámos. 
No final ressalta a grande prestação da Mary que hoje se mostrou imbatível não dando descanso às codornizes, a nina esteve um pouco apagada (talvez a pagar a fatura do dia anterior), os cachorros deram bem conta de si e a pedir mais saídas ao campo e mais caça. Para a contabilidade ficam 10 codornizes mortas pelo Arlindo e 3 por mim, mas isso é o que menos importa, confesso que já tinha saudades deste convívio saudável que acontece quando caçamos com verdadeiros amigos
Até a próxima……….



A Mary





terça-feira, 25 de setembro de 2012

Novidades da nossa Alicia

Recebemos com muita satisfação fotos da nossa Alicia , agora por terras da moita






Parabéns Ao Sr. Carlos Santinho e Obrigado por confiar em nós

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Nina a mãe de perfeita saúde 

Nina orgulhosa com os seus cachorros
2 Machos - O Benfica e o Beny
4  Fêmeas - A Beretta,  Bimby, Bombom e a Bomboca


A Bomboca em pose

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O Tordo



       Os tordos são aves que formam um grupo bem distinto, quer devido ao seu tamanho (são aves de tamanho médio) quer devido a alguns carateres comuns que apresentam: aspeto geral acastanhado, parte inferior do corpo clara e mais ao menos sarapintada, sem distinção de sexos, bico relativamente fino bem adaptado a uma alimentação baseada em invertebrados e frutos, canto geralmente melodioso.

Tordo-Comum  (Tudus Philomelus)

Pouco maior que o tordo-ruivo(22 cm de comprimento), apresenta a parte superior do corpo de cor castanha e a parte inferior das asas(visível quando em voo) amarela-alarajada.
Embora em Portugal seja invernante já existem populações sedentárias a partir do norte de Espanha.

Tordo-Ruivo (Turdus Iliacus)

Mais pequena das quatro espécies (21 cm de comprimento), tem a sobrancelha de cor branca-amarelada bem evidente, a parte inferior do corpo raiada (e não sarapintada), flancos e parte inferior das asas (só visível em voo) de cor arruivada.

Tordo Zornal (Turdus Pilaris)

O tordo-zornal apresenta cabeça e uropígio cinzentos, costas castanhas arruivadas, cauda quase preta; em voo, mostra cor branca da parte inferior das asas. Espécie invernante em Portugal, vai nidificar nos países do Norte da Europa.



quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O Pato Real

Espécie: Anas platyrhynchos 
Nome Comum - Pato Real
Peso: (859-1572) Gramas, Comprimento (50-65) cm

Os machos adultos têm a cabeça verde-garrafa sublinhado com um anel branco no pescoço, o dorso e ventre são acinzentados e o peito castanho-escuro e o bico Amarelo. As fêmeas têm um padrão de plumagem, em tons de castanho, sendo semelhante a outras espécies de patos de superfície. Porém, algumas características como o tamanho, espelho alar, ou a cor do bico, podem ajudar a distinguir estas espécies das outras com alguma segurança. Os juvenis e os adultos em eclipse apresentam algumas semelhanças com as fêmeas. São ainda facilmente indentificáveis, tanto em voo como pousados, devido às suas vocalizações, uns muito típicos quá quá qua ou quak-quak-quak. Em voo, a espécie surge como um pato grande e pesado, com as asas largas e compridas de batimento amplo (prolongando se bastante abaixo do plano do corpo), destacando se os seguintes elementos da plumagem: espelho azul metálico de margens claras, abdómen de padrão mais ou menos uniforme e coberturas intra alares constratando com as rémiges mais escuras e ventre acastanhado.
Distribuição e alimentação
Em Portugal o pato-real é sobretudo uma espécie residente, nidificando, entre Março e Julho, de Norte a Sul do país, sendo porém mais abundante nas principais bacias hidrográficas portuguesas e nas barragens e açudes a sul do Tejo. Ocupa praticamente todo o tipo de habitats aquáticos, desde lagoas costeiras, barragens, açudes e valas de rega até ribeiras, rios, pauis, arrozais, etars, parques urbanos, etc. , preferindo essencialmente zonas de águas pouco profundas. É uma ave bastante versátil, podendo mesmo ocorrer em regiões deficitárias em água, como é o caso do Alentejo, explorando aqui uma fonte abundante de alimento: as searas de sequeiro. Nalguns casos bastam lhe, para se ocultar, repousar ou criar, pequenas represas ou estreitas e temporárias linhas de água. Trata se de uma espécie omnívora. Consome maior percentagem de matéria vegetal (sementes e partes verdes), no Outono/Inverno. Na Primavera/Verão captura quantidades apreciáveis de invertebrados (insectos, moluscos, crustáceos e vermes) podendo ainda ingerir anfíbios e peixes.

COMPORTAMENTO E REPRODUÇÃO
Nidifica geralmente no solo, por vezes em situações bastantes expostas e longe da água. Apesar disso consegue manter um nível populacional elevado. A postura é de 9 a 13 ovos de cor creme ou esverdeada. A incubação é feita pela fêmea e dura 27-28 dias, os jovens são capazes de voar com 50-60 dias de idade e atingem a maturidade sexual com 1 ano, 52 % dos ads. Sobrevivem em cada ano.
Fonte : Anatides de Portugal de António Pena
           Site Aves de Portugal